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Archive for março \24\UTC 2008

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Querido crítico da Folha, obrigada por dizer uma das frases mais sábias do ano:
“Quem gosta de filmes de ação prefere explosão a invenção.”
Ponto de Vista é daqueles filmes americanos sobre terrorismo com uma pegada tentaram-matar-meu-querido-presidente. O diretor se esforçou para inovar tentando contar a mesma história oito vezes (cada cena com a visão de um personagem diferente). O filme valeu a pena pelo ator Forest Whitaker, aquele ator que tem uma cara meio torta, que parece até meio bobo, que protagonizou um dos melhores filmes de 2006 (O último rei da Escócia) e levou Oscar de melhor ator (porque quem é bom, não deixa de ser bom mesmo sendo mau dirigido). Quer dizer, não que o filme seja assim super-mega-mau-dirigido, é que o roteiro é ridiculamente batido e o final, bem, o final, aquela parte onde os mocinhos são salvos e os homensinhos malvados são descobertos, as pessoas que estavam ali naquele cinema deram tantas gargalhadas que nem preciso explicar o porquê…

Querido crítico, quem inova, precisa, antes de mais nada, saber escolher bem um roteiro, certo?

Ps: Tá bom, vai, vale a pena também assistir para ver o Jack (Matthew Fox) de terno, fora da ilha de Lost.

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• Que o clichê de amigos adolescentes que só pensam em sexo
(ao estilo American Pie) é um modelo padrão.
• Que a atriz do meu querido seriado Gray’s Anatomy mandou bem
mais uma vez e Hollywood ganhou mais uma queridinha blond girl.
• Que um relacionamento, para dar certo, é preciso muito, muito, muito esforço.
• E que um relacionamento, se der certo, é preciso continuar com muito, muito, muito esforço.

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Táva de bobeira e assisti Conduzindo Miss Daisy no telecine cult.
Adoro filmes que têm personagens idosos. A gente sempre morre de dar gargalhadas no começo e termina morrendo de chorar. Este é americano e foi lançado em 1989, que conta a história de um negro (Morgan Freeman, que está com um sotaque ótimo) que se torna motorista de uma velhinha judia. Uma bela história de amizade.

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Outros dois filmes que me ganharam são:
O filho da noiva, um filme argentino/espanhol de 2002, que está na minha lista de 10 filmes preferidos (de todos que já vi na vida), que é a história de um filho que tenta ajudar o pai a lidar melhor com a doença da mãe, que sofre de Alzheimer.
Uma inesquecível lição sobre o verdadeiro amor.

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Elza e Fred, um amor de paixão é um filme também argentino/espanhol, do ano de 2005. Um filme que nos faz lembrar que os velhinhos também são gente como a gente, inclusive no quesito paixão.

O que essas velhinhas fofas têm em comum? O bom cinema, o bom humor e uma ótima experiência de vida pra contar.

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Na locadora

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Ainda bem que o cara da minha locadora tem bom gosto! Cheguei lá dizendo que gostaria de ver um filme tão gostoso de se ver quanto Juno e Little Miss Sunshine. Ele me indicou Sem Reservas (minha amiga Dani também já tinha me indicado). Um remake de um filme alemão, com a Catherine Zeta-Jones, Aaron Eckhart e a atriz linda e fofíssima do Little Miss Sunshine no elenco. A história de uma competente Chef de cozinha que só pensa em trabalhar quando de repente, ela se vê com outras prioridades fora do universo da culinária. Uma deliciosa história que faz rir, faz chorar e faz aumentar a vontade de experimentar a alta e tentadora grastronomia desta cidade. Haja dinheiro!!!!!

Ps: Assim como o filme Sideways, Sem Reservas vai demorar entrar no mar do esquecimento de filminhos insignificantes. Seja pela sensibilidade do roteiro, ou no esforço em fazer com que quem assiste, fique com muita água na boca.

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Uma mulher fina

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Ela é australiana, sexy, talentosa, inteligente, tem pele de porcelana, e ainda faz parte da ala cool de Hollywood. Na verdade, ela fica bem até de homem, como no filme que ela atua como o Bob Dylan, que tem estréia prevista para março.

Elizabeth – A Era de Ouro é um filme bem feito. Nada mais que isso.

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