Depois de 7 anos como designer da Capricho, decidiu voltar a ser publicitária e está a procura de si mesma dentro do mundo dos negócios. Continua amando cinema e São Paulo. Se sente dentro de um filme dirigido por Wong Kar-Way, Wood Allen e Sophia Coppola, quando decide passear pela Paulista às 6 da tarde. Não vive sem pérolas falsas e sem Frank Sinatra.



Isinha, amei, amei e amei seu weblog. Você é a melhor designer crítica de cinema que eu já conheci. Alguns filmes da sua lista de preferência de 2007 também fazem parte da minha… e outros eu ainda não assisti. Maria Antonieta é o meu preferido… mas não conseguiria descrever melhor do que você: “porque é azul pastel, porque é doce e porque é Sofia Coppola”. Lindo!
E O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, você gostou? Faz parte de alguma lista mais antiga? Já assisti 7 vezes. Você assistiu Sem Reservas? Eu gostei bastante!
O seu blog já está no meu bookmark!
Beijos amiga…
Dany
Belinha…Você realmente é a melhor amiga designer crítica de cinema que tenho rsrsrsrs… Adorei seu blog e as dicas, vamos marcar uma sessão cineminha por aqui quando vier.
Beijos
Ro
Dona Bella, super cultural hein, parabéns, vou tentar assitir todos, se é que vou ter tempo(se lembra pra que eu trabalho né). rsrsrssrsr…. Abraços.
Isa, super legal seu blog, espero que faça um super sucesso. Olhe só, senti falta de um filme, dentre esses últimos lançados. ‘O ano que meus pais saíram de férias’ merecia uma colocação não?
Nem pelo fato de abordar o clichê da juventude libertária da época da ditadura militar enfretada pelo nosso país, tema que quanto mais distante fica, parece nunca sair da pauta dos preferidos dos atuais sessentões.
O filme toca pelo subtema abordado nesse enfadonho contexto, é a presença do mundo fantástico que cerca qualquer criança, permite uma reflexão que o elã do nosso dia-dia pode estar completamente despreendido da realidade que nos cerca – se é que podemos chamar os arremedos exteriores de realidade – , ainda que essa realidade tome a cena nos momentos em que estamos a volta de nós mesmos e mais ninguém.
João Ricardo.